Hugo Motta disse que protestos de 8 de janeiro de 2023 não faziam parte de um golpe

O recém empossado presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos/PB) irritou os lulistas com a declaração de que os atos de 8 de janeiro de 2023 não tinham a intenção de fazer um golpe de estado.

“O que aconteceu não pode ser admitido que aconteça novamente. Foi uma agressão às instituições. Foi uma agressão inimaginável, ninguém imaginava que aquilo pudesse acontecer. Agora querer dizer que foi um golpe? Um golpe tem que ter um líder, tem que ter uma pessoa estimulando, apoio de outras instituições interessadas e não teve isso”, declarou o presidente da Câmara.

Os lulistas ficaram revoltados com a declaração, embora Hugo esteja certo, pois fatos mostram que os protestos de 8 de janeiro de 2023 não eram organizados, tinham características de baderna com requintes de vandalismo.

A intenção dos lulistas é usar as manifestações do 8 de janeiro como motivação para prender Bolsonaro, arqui-inimigo dos fãs de Lula, estes mais preocupados com a guerrinha politica do que com os problemas do país.

Essas manifestações eram uma revolta contra a vitória de Lula, tido com um "bandido de altíssima periculosidade" na opinião dos bolsonaristas, gente tão histérica quanto os lulistas, ambos representando os dois lados da infantil polarização política.

Enquanto isso, lulistas ignoram o golpe de 2016, que derrubou a primeira mulher presidente do Brasil, Dilma Rousseff, usando a desculpa esfarrapada das "pedaladas fiscais", porque seus verdadeiros mentores agora fazem parte da equipe do governo de Lula.

Os lulistas deveriam se preocupar com os problemas do país, que só se agravam (apesar dos relatórios puramente teóricos afirmarem que Lula age fazendo "recordes históricos"), e não ficar discutindo se as manifestações seriam golpe ou não, já que não favoreceram nem arruinaram com o cotidiano do país.

Temos que acabar com esta polarização que só piora o país.

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