Brasil não precisa ter destaque no mundo

Um país em frangalhos. É nesta condição em que se encontra o Brasil, depois do golpe de 2016 e dos desastrados governos de Michel Temer e de Jair Bolsonaro. O país está cheio de problemas, como desemprego em alta, falência de empresas, incluindo as grandes, miséria estabilizada e crescente, educação da pior qualidade, entre muitos outros.

Mas Lula, que se apresenta como um revolucionário defensor dos pobres, parece que anda com algum problema na cabeça. Resolveu priorizar aquilo que ele chama de "colocar o Brasil no mapa político mundial" e sair viajando, se encontrando com autoridades e discursando em eventos pomposos.

Lula entregou a  governança ao vice Geraldo Alckmin e a seus ministros. Não se sabe o real motivo que faz com que Lula prefira viajar do que governar. Mas o presidente petista envelhece rapidamente e a olhos vistos, dando a entender que o câncer tenha voltado e que tenha sido recomendado a evitar se estressar, preferindo atividades que soem positivas para a sua imagem.

Mas é preciso justificar isso. Assumir a doença pode causar uma comoção que pode bagunçar o cenário político atual. Lula inventa que o Brasil precisa se destacar no cenário político mundial, acreditando que isso fará o Brasil receber recursos para tentar se desenvolver.

Olha, o Brasil não precisa se destacar para o mundo. Foi patético ter que ir a reunião do G7 como se o Brasil fosse um dos países desenvolvidos envolvidos com a reunião. A mídia alternativa tem tirado muito proveito, de forma negativa, desta saga de Lula no exterior, tentando turbiná-lo como maior líder de todo o planeta. Ingenuidade total.

O Brasil precisa é de um gestor. Não precisa se destacar para o mundo. Nossa imagem no exterior não é das melhores. Somos um bando de ingênuos desonestos que só pensam em festa, em sexo e em futebol. Um país miserável sem recuperação. Uma reles república bananeira. É esse o Brasil que Lula quer mostrar ao mundo?

E nem precisa. O Brasil poderia muito bem se desenvolver sem se mostrar como uma vedete doente para o mundo. Liechtenstein é um país próspero, com qualidade de vida e ninguém fica falando sobre este país, solenemente ignorado pelo mundo. O primeiro ministro de Liechtenstein não vive indo a reunião do G7 para agir como um penetra que quer ser anfitrião, como fez Lula.

Liechtenstein não precisa se exibir ao mundo para se desenvolver e dar qualidade de vida ao seu povo. Uma prova de que muitas vezes é melhor mesmo nem ser destaque mundial. Ainda mais que o Brasil tem péssima imagem no exterior. Imagem que Lula não demonstra intenções de melhorar.

O Brasil precisa crescer primeiro para depois aparecer. Temos muitos problemas. A população segue revoltada com onda de ódio. Nossa cultura está uma porcaria, com dominação brega na música e predomínio de subcelebridades em eventos e programas. população iludida com as religiões. Na economia, sem um horizonte de progresso evidente e de justiça social.

Lula deveria esquecer essa ideia de colocar o Brasil no cetro do mundo. É absolutamente supérfluo. Ou você fica ouvindo toda hora se falar daquele país próspero chamado Liechtenstein, feliz em sua quietude quase desconhecida do mundo?

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