Se Lula precisa fazer alianças para vencer eleição, é porque ele está fraco e pesquisas são mentirosas

Brasileiros são o único povo que aceita contradições numa boa. Nossa sociedade é a única que acha possível as coisas serem e não serem ao mesmo tempo. Herança da religiosidade, que por sua irracionalidade, acaba permitindo um festival de contradições, cujas explicações estão escondidas sob o mando do "Mistério da Fé".

Na política, estas contradições também aparecem e o que vemos acontecer com Lula é algo meio complicado para se entender mas aceito normalmente por quem não está muito disposto a analisar, verificar e contextualizar. Confia-se nas instituições consagradas e aceita numa boa. Afinal, o "Pai está On" e tudo que Lula, o fortão, decidir, está decidido. Mesmo que a decisão dele afunde o Brasil.

Todas as pesquisas, feitas com no máximo 1000 pessoas - uma quantidade muito reduzida para um país com a dimensão do Brasil, - declaram Lula como vencedor absoluto em qualquer cenário de competitividade eleitoral. Lula ganha todas e está garantida a sua vitória no primeiro turno.

Mas porque, forte e em liderança absoluta, Lula tem que se corromper em uma aliança com forças direitistas, principalmente com o retrógrado e impopular Geraldo Alckmin, que um dia declarou estar feliz com a prisão do petista, para ganhar uma eleição?

Reparem a incoerência: Lula, o líder absoluto, que ganha todas em qualquer cenário, tem que se aliar com um político impopular, que não ganha nem eleição de síndico para condomínio, para poder ganhar votos na eleição de 2022? não faz sentido.

A não ser que a única explicação seja a farsa que são essas pesquisas, feitas com meia dúzia de gatos pingados - provavelmente funcionários dos próprios institutos de pesquisas - quando na verdade, fora da bolha esquerdista, Lula está muito impopular e o mesmo está ciente disso, apesar de estar muito feliz com o que acontece dentro de sua bolhinha ideológica.

Ou seja, se Lula depende do impopular Alckmin  para vencer eleição, é sinal de que o petista não vai bem das pernas e todo o otimismo construído em torno dele é mera ilusão. Algo que complementa a demagogia de Lula, que promete fazer tudo que não pode fazer, em cenário de Brasil destroçado. 

Ainda mais tendo um freio de mão como vice-presidente, um neoliberal ideologicamente oposto, que certamente foi colocado pelo sistema para que Lula não revogue as maldades do golpe de 2016, deixando os homens mais ricos do Brasil e os estrangeiros que dependem da economia brasileira e de nossos bens naturais para lucrarem muito bastante tranquilos.

De qualquer forma, tudo é muito estranho. O otimismo de Lula e de seus admiradores é algo surreal, digno de análise psicológica. A maconha e a cerveja constantemente exaltadas pelos esquerdistas devem estar fazendo efeito...

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