Lula quer ser o "Novo" fazendo velha política
É sabido, exceto para os fanáticos admiradores de Lula, que o petista não quer fazer revolução. Quer apenas fazer alguma coisa melhorzinha para compensar a desgraça iniciada com o golpe de 2016, estranhamente subestimado pelos esquerdistas.
Ao invés de seguir países como Suécia e criar medidas reais de desenvolvimento, Lula aposta na filantropia e em medidas que na prática não acabam com os problemas, mas servem para que pobres suportem a crônica condição indigna cheia de problemas, com que convivem.
Mesmo assim, Lula continua a mentir em sua propaganda enganosa de dizer que vai mudar o país, que levará o Brasil ao desenvolvimento, que "vamos ser felizes de novo", em uma gestão que certamente ignora o cenário caótico de distopia mundial, oferecendo fantasia no lugar de racionalidade realista.
Lula, que mesmo em seus realizados governos, nunca conseguiu levar o Brasil a níveis de qualidade e dignidade de uma Suécia, no máximo fazendo uma África do Sul melhorada, vive espalhando a todos os cantos como se tivesse levado o Brasil ao primeiro mundo, com prosperidade extrema. Falso.
Com essa mentira toda, Lula se vende como o "novo" na política, fazendo justamente o velho: se aliando a políticos gananciosos e oferecendo paliativos como solução para os problemas do Brasil. Com isso, nada se resolve, pois se cortando o caule e não a raiz, as injustiças são mantidas, apenas com o controle de seus efeitos e consequências.
Lula não é o novo. Lula simboliza a velha política, mas vendida de forma positiva. Mas a irracionalidade da mística classe média brasileira, que prefere ter fé a raciocinar, pensando que está pensando, faz com ache que velha política é a "nova política" e que paliativos como o Bolsa Família são uma revolução social que dignifica o povo pobre, mesmo o humilhando.
Essa classe média irracional, provavelmente entorpecida de maconha e ludibriada por lideranças religiosas, como o "medium" de peruca e outros farsantes não ligados às igrejas neopentecostais (pelo jeito só os neopentecostais erram), não percebe que está sendo enganada e que no fundo não existe qualquer liderança política ou econômica disposta a desenvolver o Brasil.
Porque desenvolver o Brasil e emancipar o povo pobre, tirando-o da pobreza, vai contra os interesses de lideranças de todos os tipos (políticas, econômicas e até religiosas), que lucram com a desgraça alheia, mesmo oferecendo seus hipócritas braços e sua paliativa filantropia.
Lula representa o velho, o arcaico, o caquético, mesmo travestido de novidade. Suas alianças políticas e as velhas promessas feitas estão em desacordo com a realidade atual e podem decepcionar uma legião de admiradores que ainda mantém o cacoete de esperar um Salvador da Pátria, mesmo na figura do antes combativo e agora ingênuo Lula, o candidato da positividade tóxica. E também da velha política.