Se depender do modo que os esquerdistas paqueram, a violência doméstica continuará

A postagem que está sendo publicada vai chocar em muita gente. Mas é preciso levar a sério a realidade para que fatos infelizes e danosos que vemos ocorrer com frequência nunca mais se repitam. É preciso cortar o mal pela raiz e não pelo caule como tem sido até agora.

O aumento da violência doméstica deveria servir de sinal de alerta. Mas as esquerdas, ingênuas e confiantes no bom caratismo de quem é sociável - não esqueçamos que caráter nada tem a ver com senso de humor - preferem dissociar a violência doméstica do modo em que as relações começam.

Mas sabem eles que todos os casos de violência doméstica começaram de um relacionamento que no início, era descontraído e afetuoso. Esquecem também de que é possível identificar pessoas com índole agressiva, pelo tom de voz e pelo modo como levam as suas vidas. 

Mas não fazem com base de que "no bar todo mundo é gente boa" e na crença de que "as pessoas mais violentas vivem trancadas em casa tomando Nescau com leite de cabra ao invés da 'boa' e velha cerveja". Um mito novo lançado pelas esquerdas que acham que o fato de beber álcool e se divertir em bares fazem parte da biologia humana e não da cultura capitalista.

Este preconceito contra jovens caseiros, considerados "anti-sociais" pelos esquerdistas é cruel e reflete uma verdadeira troca de valores. É urgente diferir anti-social de não-social. 

- Anti-social deseja o prejuízo alheio, é sádico e corresponde a comportamentos vistos em sociopatas e psicopatas. É nítido nas atitudes de fascistas como Hitler e Bolsonaro. É um comportamento arrogante.

- Não-social ou associal: pode significar recusa da vida social (voluntário), ou também dificuldade de sociabilizar (involuntário, por timidez, ou por discordar do estilo de vida da maioria das pessoas, como ir a bares, por exemplo).

Considerar que rapazes que prefiram uma vida pacata, longe das "saudáveis" loucuras dos bares, como "terroristas do fascismo" é confundir estes dois conceitos de anti-social e associal. É considerar que uma pessoa que recuse a se divertir como a maioria seja uma pessoa perversa, mal-intencionada.

Esta inversão de valores acaba favorecendo a violência doméstica porque há a ignorância de dois detalhes: 

- Primeiro, a bebida alcoólica, mesmo tomada com moderação, altera o comportamento da pessoa. Aliás, é para isso que as pessoas bebem, para alterar o seu comportamento. 

- Segundo, homens violentos tem nos bares o seu habitat natural. Mesmo que nem todos os frequentadores de bares sejam violentos, todos os homens violentos frequentam bares. Beber álcool é um dogma incontestavelmente machista.

Sem querer ser duro com quem frequenta bares, é preciso dizer que estipular os bares como lugares mais propícios para paqueras aumenta e muito as chances de uma mulher se casar com um homem violento - e vice versa. Alterados pelo álcool, pessoas perdem a noção de realidade e se acham no direito de fazer o que quiserem com seus parceiros, mesmo o que estes não queiram. 

Com a cabeça "cheia", a pessoa cria uma estranha coragem e perde o senso de moralidade e de discernimento. É inútil convencer um alcoólatra a agir de forma diferente de sua vontade instintiva. 

Seria melhor que o mal fosse cortado pela raiz, com medidas que diminuíssem drasticamente as chances de iniciar um relacionamento com um homem agressivo que, bom lembrar, tem um estilo de falar bem peculiar. 

Normalmente uma fala dura, viril, com ostensiva auto-confiança (infelizmente, mulheres adoram homens auto-confiantes, sem medir o seu excesso). Ou uma fala meio malandra, meio mole, típico de quem tem segundas intenções. Às vezes é uma voz elegante, como mum poderoso burguês.  Nunca é uma voz meiga, carinhosa, simpática.

O ideal mesmo, na boa, seria  eliminar os bares como lugares de paquera. Bares foram feitos para vender bebida. Para isso que foram criados. A paquera deveria ocorrer em lugares correspondentes ao perfil do pretendente desejado. Quer romantismo? Paquere em floriculturas! Quer intelectual? Paquere em bibliotecas! E assim por diante, de acordo com o perfil desejado.

Achar que bares são o "lugar universal da paquera" é uma tolice. É entender que não existem pessoas que não curtem beber álcool e muito menos gente que não goste do clima de descontração artificial típico de bares e similares. É no fundo negar a democratização do lazer. 

Ora, ora, os esquerdistas, tão democráticos em política, querem acabar com a democracia no lazer e na paquera, impondo padrões a todas as pessoas.

Resultado: da-lhe mais violência doméstica! Pois resolvem cortar o mal pelo caule e não pela raiz, favorecendo sempre que pessoas agressivas e descontroladas ganhem a dianteira no processo de conquista da vida amorosa...

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