Que tipo de valor uma pessoa quer passar quando ostenta o consumo de bebida alcoólica?

As esquerdas sempre ostentaram o consumo de bebidas alcoólicas como se isso fosse um valor positivo, nobre, admirável. É muito comum nos fóruns de esquerda aparecer alguém para fazer algum comentário sobre bebidas alcoólicas, de forma positiva, não raramente fora do assunto discutido no momento. 

A maior liderança de esquerda, Lula, não cansa de falar em beber álcool, de forma até exagerada, o que ajudou a construir uma imagem negativa não somente para a direita, como para a opinião pública, que o trata como se fosse um alcoólatra. Mesmo não sendo, a frequência com  que Lula trata o assunto passa a imagem de um alcoólatra.

Parece que para muitos esquerdistas há a necessidade de se exaltar o álcool, como se viver meio embriagado fosse a manifestação máxima da felicidade e da liberdade, embora isso signifique o oposto. É fato comprovado que bebidas alcoólicas:
- só causem alegria no início para depois dopar, reduzir a capacidade dos sentidos e da vigilância;
- mesmo "socialmente" (por obrigação social), a bebida já começa a alterar o comportamento da pessoa. Aliás, se não alterasse, ninguém beberia álcool, pois todos bebem é para alterar mesmo.

Mesmo assim, é estranho que esquerdistas façam questão de ostentar, exibir mesmo, o consumo de álcool. os que ostentam chegam a pensar que isso atrai mais gente, como se transmitisse uma imagem positiva de quem ostenta o costume. Se esquecem que não raramente pode acontecer o oposto. A pessoa que ostenta o consumo de álcool pode passar a imagem de um bêbado irresponsável. 

Ou os esquerdistas estão confiantes demais na imagem positiva que o consumo de álcool ganhou nas últimas décadas ou sabem que é um erro encher a cara e tratam logo de, através do proselitismo, convencer os outros a fazer o mesmo para que a pessoa não erre sozinha. Sei lá.

A ostentação de beber álcool está tão escancarada nas esquerdas que fica a impressão de que Jorge Paulo Lemann, dono da Ambev e brasileiro mais rico do mundo (e que estranhamente não consome o tipo de bebida que produz - veneno?) está patrocinando secretamente os sites e instituições de esquerda, como de fato faz George Soros, o nome oculto por trás de muitos coletivos de esquerda.

O que se sabe mesmo é que é ridículo ver esquerdistas ficarem o tempo todo falando em álcool, sobretudo cerveja. É cerveja para lá e pára cá. Em tempos de coronga e álcool gel é bem capaz de muita gente ter virado alcoólatra para tentar curar a covid. Pode ser que não morra de covid, mas uma cirrose ou até um coma alcoólico podem ser os caminhos mais curtos para o cemitério.

A ostentação da bebedeira é uma prova de que não é exclusividade dos direitistas de pagar mico fazendo algo ridículo que na convicção particular soa algo nobre e respeitoso. Sinal de que as esquerdas também têm os seus momentos de vergonha alheia. Ria quem quiser, chore quem puder.

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