Esquerdas fazem apologia a embriaguez. Depois se irritam quando Lula é chamado de "caçhaceiro"
Há no esquerdismo brasileiro o comportamento irresponsável que demonstram quando o assunto é lazer. Para eles, o lazer deve se estabilizar no vale tudo. Vivem confundindo promiscuidade com liberdade e perderam o medo de ostentar qualquer tipo de loucura quando ostentam seu prazer nas horas de ócio.
Uma das coisas que vemos muito entre os esquerdistas brasileiros é a ostentação da bebedeira. Ser alcoólatra é ser livre, é amar a vida. Vida só se brinda com álcool. Só pode ficar fora desta por motivos de religião e saúde. Se o médico e as religiões liberam, não tem o que dizer não: VOCÊ TEM QUE BEBER!
Seja destilado ou fermentado, seja uísque, champanhe, vodka, caipirinha, seja vinho ou a popularíssima cerveja, o consumo de bebidas alcoólicas se tornou uma obrigação social irrecusável para quem é adulto. Os conservadores esquerdistas gostaram do costume e tomaram isso como regra.
Quem se recusa por decisão própria (ué, não seguir a maioria não seria uma forma legitima de liberdade?) é rotulado dos mais variados rótulos pejorativos. Na melhor das hipóteses, de "abstêmio". nas piores, acusado de mau humorado, de louco, de antipático e anti-social. Pelos esquerdistas, pode ser acusado de conservador, de fascista, de odiar o país e a humanidade.
O consumo de bebidas alcoólicas como uma regra social é uma criação da direita em tempos bastante remotos. Acredita-se que as bebidas alcoólicas deixam a pessoa mais extrovertida, simpática e receptiva. Um dos efeitos colaterais do álcool é achar as pessoas mais bonitas e mais bondosas, facilitando a confiança nos outros, o que em certos casos pode transformar o bebum em um otário.
De qualquer forma, as bebidas alcoólicas, sejam de que tipo for, são instrumentos de geração de uma alegria ARTIFICIAL, pois o ser humano tem meios de se sentir alegre sem qualquer tipo de estímulo. Mas como a sociedade brasileira é conservadora, e portanto burocrática, deve se haver regras para o convívio social, que devem ser rigorosamente cumpridas sob pena de exclusão social.
Tudo bem que a gente não vai obrigar ninguém a não beber. Trocar uma obrigação por outra é tolice. Mas precisa ostentar, fazer propaganda de bebidas alcoólicas, sobretudo cerveja?
A Ambev virou propaganda dos sites e instituições de esquerda? Jorge Paulo Lemann é comunista?
Não sei. As esquerdas deveriam tratar o hábito de forma discreta, caso não queiram abrir mão dele. Fazer ostentação do costume de beber álcool soa uma imposição para que outros façam o mesmo. Afinal, se encher a cara é um erro, ninguém quer errar sozinho. Erre você junto comigo!
Está na hora das esquerdas amadurecerem e abrirem mão, de forma espontânea da "mamadeira para adultos". Cancelar a apologia é uma boa medida. Se continuarmos ostentando mo estranho orgulho de embriaguez, não teremos mais motivos para defender Lula quando este é acusado de cachaceiro.
Quando bebemos, estamos dando oportunidade para que a direita nos chame de alcoólatras e nos acusem de irresponsáveis. Agora entendemos porque as esquerdas sempre perdem no Brasil. Estão ocupadas, com a cara cheia de cachaça. Com a sobriedade e a lucidez danificadas, não dá para entender o que acontece no mundo real.
