Assim como os fascistas, as esquerdas também tem seus dogmas. Tão absurdos quanto

Se não bastasse o fato das esquerdas brasileiras traírem Karl Marx e abraçarem de vez as religiões (com seus dogmas absurdos e sua capacidade frouxa de ajudar o próximo), elas em si estão se transformando em uma religião, o Esquerdismo, com seus dogmas fixos e imutáveis.

Sim, porque quem é de esquerda acredita em certas ideias fixas que são tratadas como verdades absolutas, por mais subjetivas que sejam e sempre se empenham a defender estas ideias, tachando de "direitistas" todos aqueles que as criticam.

Não é apenas a direita que tem os seus dogmas, o seu terraplanismo. As esquerdas também tem as suas crenças absurdas, que complementam seu otimismo alucinado que cria um triunfalismo que se acha vitorioso até mesmo nos momentos de derrota irreversível. O dogmatismo acaba por transformar as esquerdas em uma espécie de "religião".

Esta religião tem até o seu "Deus" (Lula) e sua "Nossa Senhora" (Marielle Franco), louvados com frequência com velas acesas incapazes de incinerar os problemas cotidianos do país. Ao invés de se aproveitar as lições dadas por Lula e Marielle, que de fato são (no caso dela, foi) batalhadores, prefere-se ignorar os feitos deles e cultuá-los como meros santos feitos de cerâmica.

Não vamos ficar aqui listando os dogmas dos esquerdistas brasileiros, pois não temos tempo de ficar produzindo uma lista que é extensa. Mas citaremos alguns, os mais absurdos, como:
- O mito da favela linda, a criminalização da solidão masculina, 
- Ostentação da bebedeira (cerveja é a "água benta" da Igreja do Esquerdismo?), 
- Transformação do consumo de maconha em direito inviolável,
- A priorização das causas identitárias (drogas, meio ambiente, defesa de grupos isolados, etc.),
- Crença na inexistência de um gado (pessoas que só agem de acordo com a maioria) de esquerda,
- A cultura de proveta transformada em "manifestação legítima de um povo", 
- O futebol como "dever cívico", entre outros terraplanismos de esquerda. 
Uma prova de que as alucinadas esquerdas, entupidas de maconha, também têm os seus delírios.

Mesmo comprovados como dispensáveis, estes dogmas são defendidos com uma certa paixão pelas esquerdas, como se fossem seus patrimônios mais valiosos. As esquerdas não dão sinais de que irão descartá-los.

Mesmo quando alguns desses dogmas gera algum dano cotidiano, os esquerdistas preferem dissociar causa e consequência, procurando outro motivo responsável pelo dano que nada tenha a ver com o dogma defendido. Como, por exemplo, dissociar a violência doméstica do início do namoro com um machão alcoólatra.

Mas o que impressiona ainda mais não é apenas a defesa destes dogmas, mas a negação em revê-los. As esquerdas odeiam fazer autocrítica, pois se acham perfeitas e imutáveis, ignorando a sua imaturidade. 

Mal sabem que o Brasil, conservador e sem vocação para causas progressistas, tem uma esquerda que ainda engatinha, em processo inicial de aprendizado e cujas forças ainda não estão unidas, apesar de todas acreditarem nos mesmos dogmas. Esta imaturidade os faz teimar em não mudar seus pontos de vista equivocados.

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